terça-feira, 18 de maio de 2010

Um notebook na mão e a criatividade na cabeça.

Para postar não precisa de mais nada. Falo isso por mim, de verdade. Eu estava aqui procurando o que postar, fui ao google ver o que podia encontrar por lá, digitei alguma coisa pra ver no que dava, cliquei num site e enquanto esperava a página carregar me dei conta de que nada daquilo era necessário. Olhava em volta e vi quanta informação me cerca, tenho 12 post-its colados na parede do meu "escritório" [é assim que eu chamo esse meu cantinho] com os assuntos mais variados. Passando o olho pelo meu mural, vi uma tabela periódica da época em que eu estudava pro vestibular. Uma imagem do Einsten com a língua pra fora [clássica], meu horário, um croqui aleatório que surgiu num rascunho que eu resolvi por lá, um ingresso do espetáculo do primeiro semestre, mais pro canto da parede mais um post-it com musicas para tribal fusion, uma escala cromática, e no outro cantinho da parede uma pedaço de uma foto minha fazendo uma bola de chiclete. Tudo isso num única parede de 1,30 por 2,73.
Quilos de coisa bem na minha frente e eu procurando mais informação. Veja só como a gente nunca vê o que está exatamente na nossa frente, e nesse caso é literalmente isso. Eu poderia falar da minha época do vestibular [tabela periódica], de onde saiu a foto do Einsten, da foto rasgada e o por que de estar assim [ foto do chiclete], da minha paixão pelo meu curso ou como eu gosto de parar pra rabiscar [croqui]. Enfim, isso só da parede, nem falei da quantidade de coisas que há sobre escrivaninha...


Não é a finalidade deste post descrever meu escritório, mas trazer a tona a verdadeira intenção do blog. Desde o primeiro post, era escrever,escrever e escrever. Seja um brain-storm ou palavras milimetricamente selecionadas para dizer algo sutilmente ou descarregar a raiva pelas entrelinhas. Oras, escrever é isso, sai pela mão o que vem a cabeça. Não dá pra medir ou procurar um assunto. Apenas deixar fluir.


Na minha opinião os meus melhores posts foram totalmente instintivos, na verdade a maioria deles, até mesmo aqueles  que me deram algum trabalho de pesquisa, mas o assunto me surgiu de forma espontânea. Sejam sinceros, escrevam e apenas escrevam. Se alguém vai entender ou gostar, bom, isso não importa, afinal escrever e ler são verbos diferentes, e exercidos por sujeitos diferentes, no caso do blog, onde eu escrevo e alguém lê. Gostar ou não é pessoal, claro. Sem contar que, afinal, não há mal nenhum em escrever livre de preocupações.


;D

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