quinta-feira, 20 de maio de 2010

É com eles que eu vou trabalhar no futuro?!

" Arquitetura, como é que pode?! As suas minas a gente que fode!"
[ Calouros da civil ]


Hoje foi o pré trote da engenharia civil, e como todo semestre eles caminham lá da FT até a FAU pra gritar esse tipo de coisa, na intenção de provocar a gente. Sinceramente, nem minha pena eles conseguiram, pois por mais deplorável que seja prestar-se a tal papel, todas fazem isso conscientemente, e infelizmente essa baixa estima, ou síndrome de inferioridade os fazem irem até a FAU tentarem se auto afirmarem, e se convencer de alguma coisa que não existe todo semestre.


Infelizmente, no meu trote, nós tivemos que ir até a FT pra dar a resposta:


"Engenharia, como é que pode?! As suas minas têm bigode!"


Digo infelizmente, pois não acho que há resposta a ser dada à brincadeira de moleque. Se eles querem tanto vir nos oportunar, que tentem, mas eu faço arquitetura, não tenho tempo de ficar bolando respostinha, me desculpem mas mamãe me ensinou a respeitar o coleguinha, e na minha opinião o caso deles é falta de chinelo e castigo.


Mas, criações a parte...a partir da musiquinha baixa cantada por eles citada no inicio do post eu resolvi fazer uma enquete sobre os cursos que os namorados das "minas" da FAU. Sinto informar, não achei ninguém com namorado da civil.Concluindo, falo por elas e principalmente por mim; NÃO É MESMO a civil que fode.


:]

5 meses!!!

Hoje vou dedicar descaradamente o post pra pessoa mais linda do universo, meu namorado, Bruno.
disse descaradamente pois já fiz vários posts pra ele, mas nada gritado aos quatro cantos do mundo.


É Bruno,


Se eu pudesse eu gritaria mesmo para os quatro cantos o quanto eu te amo. Mas não preciso, dá pra ver no meu sorriso diário, no meu olhar e na luz interior que você acendeu em mim. Não existe sentimento mais sincero do que o meu por você. nós construímos juntos, passo a passo o que temos, e isso faz ser algo tão sólido e real. Por mais tempo que tenhamos demorado pra se reencontrar e ''concretizar'' o que temos agora, isso sempre existiu de uma forma ou de outra dentro de nós.


Você me motiva, me inspira e me apóia. Você não bajulador, nem fica elogiando sem cabimento. Gosto da sua sinceridade, do seu jeito de me olhar, e da carinha que você faz quando acorda. Não existe no mundo lugar mais confortável do que o seu colo, você me acolhe, aconchega.


Gosto de você desde o ensino médio, isso nunca foi nenhuma novidade. Você me encantava com aquele jeitinho nerd, tornou uma quadrilha o momento mais especial do mundo. Aliás, você consegue tornar momentos simples e até mesmo chatos em especiais, até mesmo a internação no hospital foi diferente com você lá.


Você cuida de mim, meu bem, e isso eu farei por você também. Na verdade, farei de tudo por você e por nós; por quê eu te amo...


...And you are the only exception.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Nostalgia?! Talvez.

Que saudade dos meus tempos de menina. Quando eu acordava cedo pra ir pra escola, mamãe preparava o café e o papai colocava a farda. Saudade de chegar em casa e conseguir fazer meu dever de casa em minutos e poder ir brincar, ver tv ou dormir a tarde toda. Saudade das tardes que passava arrumando os móveis da barbie em diversas composições, ficava horas só preparando a casinha. Gostava de costurar roupas, fingia que tinha um ateliê e ficava fazendo desenhos e moldes em retalhos coloridos. Por incrível que pareça, brincava de desenhar plantas de casas, mas pra mim, um lápis, uma régua e uma borracha eram mais que necessários. Eu fazia os mais diversos desenhinhos, passava o dia no meio de canetas, lápis de cor, giz de cera, hidrocor e papel, todo tipo e tamanho, desenhando.


Saudade do que ficou, dos trabalhinhos do primário, da facilidade de execução, e da diversão que era. Saudade da minha escola em Nova Friburgo, dos trabalhos grandiosos, das risadas escandalosas e do inverno que nos matava. Saudade daquele jardim, das monitorias que dei nele, das tardes que estudamos lá e das tortas que comiamos depois.Ah, as tortas...que bela vida gastronômica eu tinha por lá.


Saudade de morar em família, digo, vontade de morar em família, por que quando morávamos sempre tinha algo no meio que desalinhava nosso relacionamento. Moramos em família até 1998. Depois disso, tivemos nossos impasses.


Sinto saudade. Quando eu era mais nova e ficava muito triste, eu tinha muita vontade de acordar e descobrir que foi um pesadelo, que meu pai ainda estava com a gente, e que nada daquilo tinha acontecido. Bom, até hoje não acordei, felizmente, por incrível que pareça. Não trocaria minha faculdade, minha dança, nem meu namorado por uma chance de refazer uma infância mais legalzinha. Passei pelo que passei, superei e fim. Agora são outros quinhentos.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Um notebook na mão e a criatividade na cabeça.

Para postar não precisa de mais nada. Falo isso por mim, de verdade. Eu estava aqui procurando o que postar, fui ao google ver o que podia encontrar por lá, digitei alguma coisa pra ver no que dava, cliquei num site e enquanto esperava a página carregar me dei conta de que nada daquilo era necessário. Olhava em volta e vi quanta informação me cerca, tenho 12 post-its colados na parede do meu "escritório" [é assim que eu chamo esse meu cantinho] com os assuntos mais variados. Passando o olho pelo meu mural, vi uma tabela periódica da época em que eu estudava pro vestibular. Uma imagem do Einsten com a língua pra fora [clássica], meu horário, um croqui aleatório que surgiu num rascunho que eu resolvi por lá, um ingresso do espetáculo do primeiro semestre, mais pro canto da parede mais um post-it com musicas para tribal fusion, uma escala cromática, e no outro cantinho da parede uma pedaço de uma foto minha fazendo uma bola de chiclete. Tudo isso num única parede de 1,30 por 2,73.
Quilos de coisa bem na minha frente e eu procurando mais informação. Veja só como a gente nunca vê o que está exatamente na nossa frente, e nesse caso é literalmente isso. Eu poderia falar da minha época do vestibular [tabela periódica], de onde saiu a foto do Einsten, da foto rasgada e o por que de estar assim [ foto do chiclete], da minha paixão pelo meu curso ou como eu gosto de parar pra rabiscar [croqui]. Enfim, isso só da parede, nem falei da quantidade de coisas que há sobre escrivaninha...


Não é a finalidade deste post descrever meu escritório, mas trazer a tona a verdadeira intenção do blog. Desde o primeiro post, era escrever,escrever e escrever. Seja um brain-storm ou palavras milimetricamente selecionadas para dizer algo sutilmente ou descarregar a raiva pelas entrelinhas. Oras, escrever é isso, sai pela mão o que vem a cabeça. Não dá pra medir ou procurar um assunto. Apenas deixar fluir.


Na minha opinião os meus melhores posts foram totalmente instintivos, na verdade a maioria deles, até mesmo aqueles  que me deram algum trabalho de pesquisa, mas o assunto me surgiu de forma espontânea. Sejam sinceros, escrevam e apenas escrevam. Se alguém vai entender ou gostar, bom, isso não importa, afinal escrever e ler são verbos diferentes, e exercidos por sujeitos diferentes, no caso do blog, onde eu escrevo e alguém lê. Gostar ou não é pessoal, claro. Sem contar que, afinal, não há mal nenhum em escrever livre de preocupações.


;D

domingo, 16 de maio de 2010

Eu quero...

Eu quero morar junto, acordar do lado todos os dias, ser pedida em casamento e me casar.
Eu quero mudar pra uma casa com quintal, trabalhar o suficiente, mas o que eu quero mesmo é ser esposa. É encontrar o meu marido depois de um dia de trabalho, estressante ou não, fazer o jantar e depois sentar pra ver TV ou tomar café e conversar. Quero sair junto, chegar junto, tomar banho junto, dormir junto. Tudo junto.
Eu quero falar, ver e abraçar todos dias. Quero ligar quando der vontade [ o tempo inteiro].
Eu quero ter a liberdade pra arrumar sua gaveta e a confiança pra te fazer carinho quando estiver triste.
Eu quero esquecer tudo que me faz mal, quero limpar minha mente, vomitar até o nojo passar pra nunca mais isso atrapalhar a gente. Eu quero superar tudo que de alguma forma influencia meu comportamento a dois. Quero passar por cima do que é ruim e lembrar a cada segundo de cada coisa boa que me faz.
Eu quero poder conseguir tudo que foi dito aqui. Eu quero ser feliz, só isso.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Transliteração V

The Only Exception

Paramore

Composição: Hayley Williams / Josh Farro

When I was younger I saw
My daddy crying and cursed at the wind
He broke his own heart and
I watched as he tried to re-assemble it
And my mamma swore she would
Never let herself forget
And that was the day that I promised
I'd never sing of love if it does not exist
But darling...

You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception

Maybe I know somewhere deep in my soul
That love never lasts
And we've got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I've always lived like this
Keeping a comfortable, distance
And up until now I swored to myself
That I'm content with loneliness,
Because none of it was ever worth the risk

But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception

I've got a tight grip on reality,
But I can't let go of what's front of me here
I know you're leaving in the morning, when you wake up,
Leave me with some kind of proof it's not a dream

Whooa...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception

And I'm on my way to believing
And I'm on my way to believing...



Post dedicado ao Bruno...because he is the only exception.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Epifanias; segundo o Bruno

E de repente não mais que de repente me vem a mente coisa que eu sinto necessidade de falar, daí então surgem episódios diversos, tais como:


" -Qual é mesmo o nome daquele queijo mofado?!
  - Ué, não sei, porquê?
  -Me deu vontade de comer ele com tomate seco..."


" - Nossa!
  - O que foi, meu bem?!
  - Como eu não pensei nisso antes, tenho que te levar pra comer num churrasquinho muito bom.
  - A é?!
  - É. O melhor churrasquinho de rua do mundo..."


" - Sabe do que eu lembrei agora?!
  - O quê?!
  - Já assistiu Lilo&Stich...lembrei da bonequinha da menina, era uma bonequinha bem feinha, mas era uma gracinha *.* "


Ah, quase não lembro dos quadros agora, mas eu sei que quando acontecem são muito engraçados. E eu sei também que esse post não vai fazer muito sentido pra quem lê. Só pra uma pessoa, e é quem dá sentido pra tudo na minha vida. *.*

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Puta que Pariu!

Quando foi mesmo que os arquitetos largaram suas pranchetas?!
Cadê no valor do trabalho manual?!
Quero minha prancheta de volta, meus trabalho de Desenho Arquitetônico e meu 7.5 depois de virar a noite passando a limpo pela terceira ou quarta vez.
Acho o AutoCad uma ferramenta maravilhosa, mas eu talvez precisaria SABER usá-la, não?! Estou aprendendo na marra, bem meia boca mesmo. Pensei em fazer um investimento e comprar o livro do AutoCad 2010.
Amanhã é a aula pra tirar as dúvidas do trabalho, mas...ai que merda! Olha que post mais chato.


...


Credo, credo, credo! Até quando, puta merda! Ai...calma, olha quanto palavrão.
É, sou bipolar. Isso não é um brainstorm, estou pensando nas palavras, mas são muitas mentes pensando. É, tenho dupla várias personalidades, além da mudança de humor. Pronto, fudeu! Só me falta a esquizofrenia, um chapeu preto, morar no interior, ser escritora, ter um tique nervoso, matar pessoas, enterrá-las, plantar milho por cima e dizer que o final que importa, e esse é muito bom. [Quem viu o filme sabe]


...


Gasto dinheiro, e não sei muito bem se deveria ter feito isso. Tenho kilos de leituras atrasadas que aumentam todo mês.


...


Minha gata fugiu.


...


É, talvez eu precise de um banho e cama. Ou banho e um bom narguilé com o fumo mais caro e carvão prata. Talvez eu precise de anti-depressivos. Ou qualquer tarja preta, quem sabe fitoterápicos.


...


Morri.
x.x

domingo, 2 de maio de 2010

Galera, me abanem!

Bom, pra começar, boa noite pra todo mundo, como vocês estão!?
Bem, eu espero.


Galera, tem mil coisas acontecendo, preciso terminar um trabalho pra faculdade, por que mesmo em greve ainda estava tendo aula de duas matérias, na verdade uma e meia [ eram dois professores que davam duas frentes da mesma matéria e só um entrou em greve]. Então, aí tenho esse trabalhinho pra terminar e entregar,talvez até fique um pouquinho off do blog até terminar e tem o espetáculo que...bom, que tá me deixando preocupada, preciso desabafar!


Pra começar o figurino. Quanto a isso, nem estou tão preocupada porquê nosso bordado não é complexo, na verdade o efeito vem do tecido, que terá aplicações de svarovsky, acho que dá tempo sim de receber. Sem contar que a costureira é bem muito competente e está fazendo o figurino apenas do meu grupo de coreografia, então estou mais tranquila.


O que tá mesmo pegando pra mim é que temos só mais um ensaio além do possível ensaio geral e a passagem de palco, e hoje mudamos o final pois não tinha agradado a todas. Acho justo mudar, mas acho que se quer dar palpite na coreografia VENHA A TODOS OS ENSAIOS! Simples assim. O novo final está realmente bonito, até combina mais com a música e tudo mais. O que eu estava mesmo achando estranho era; porquê que nosso ensaios não rendiam?! E hoje me dei conta de que aquilo que eu achava que fosse implicância, na verdade é praticamente opinião geral, e isso inclui a professora. Pra começar, quero deixar claro,  que prestar atenção aos detalhes é fundamental. Mas ficar opinando ou perguntando demais não significa que você está sendo dedicada, significa que seu nível não é aquele, por melhor que seja a sua execução dos passos, um fator determinante para nos diferenciar das turmas dos níveis anteriores é a capacidade de perceber um passo ao ser executado pela professora e ser capaz de repetí-lo sem ficar perguntando se a mão é assim ou assado. Oras, estamos falando de uma turma de intermediário, já passamos da fase de perguntar tanto assim. Todo mundo pergunta, e isso é normal, mas posso garantir que são perguntas pertinentes, que as vezes é a dúvida de mais de uma e coerente ao nível em que estamos.


Pronto, falei!