segunda-feira, 26 de abril de 2010

O que é de verdade pra mim.

De verdade pra mim são os meus amigos,que falam de tudo e de todos, que sabem que comigo não há assunto que não possa ser falado, sem pudores, que sabem que meu apoio e auxílio é certo, que me irritam, mas por serem amigos, eu sei que vai passar.

De verdade pra mim é a minha dança, que me gera bolha no apoio da meia ponta, que me mata por ter que acordar domingo de manhã pra ensaiar, que me exige uma certa consciência corporal, que me faz passar dias escutando a mesma música montando sequências e coreografando na minha mente. Que me realiza a cada figurino, maquiagem, foto e espetáculo.

De verdade é a minha Dinah, mesmo sendo minha gatinha desaparecida vai ser eternamente minha filha querida, que faz meu olho encher de lágrima quando falo dela, que me deu netinhos maravilhosos uma vez, que me acordava de noite quando era filhote, que dormia dentro da minha blusa no inverno em Nova Friburgo e mesmo depois de ter me dado tanto trabalho eu jamais abriria mão dela e ficaria com ela até ela morrer bem velhinha se ela não tivesse desaparecido.

De verdade pra mim é a Arquitetura e Urbanismo que dispensa qualquer comentário.

De verdade pra mim é meu namorado, que é o exemplar de ser humano mais lindo da face da Terra, que entende de cores e tudo que é importante pra mim, que faz as piadas bestas mais engraçadas, que me faz carinho, me assiste dormir, que aceita meu mau humor de manhã, que me mata de saudade durante a semana, que me escuta falar sobre arquitetura e dança por horas.Que me abraça, beija e afins como ninguém.

De verdade pra mim é minha mãe, que aguenta coisas que eu não consigo nem conceber a ideia de aguentar metade.

De verdade pra mim é meu pai, que me fez forte e madura, que me disse as coisas mais inteligentes do mundo, que é um herói sem capa e cueca por cima da calça.

De verdade pra mim sou eu, oras.E pra você, o que é de verdade?!

sábado, 24 de abril de 2010

Comentários e comentaristas.

Amores do meu Brasil, há tempos que percebo que existem comentários anônimos em alguns posts meus e que muita gente me fala que não comenta por que não sabe/consegue comentar. Então, hoje o post será dividido em duas partes, a primeira será um tutorial lindíssimo de como comentar, e a segunda será um papinho com a galera do anonimato. Let's go!

Post de 24 de abril de 2010 - PARTE 1:

Como eu sempre comentei usando a minha conta do blog, eu não fazia muita ideia de como era pra galera que não tinha conta google. Por isso fiz o seguinte, entrei no meu blog totalmente off do universo pra ver como fazia, confesso não ter achado muita dificuldade nisso, mas sou suspeita por já estar familiarizada com o blogspot. O processo é bem simples:

1)                Pra começar você clica no link que indica o número de comentários [ex: 2 comentários] e super comenta na caixa de texto que vai aparecer. Se você clicar no título do post também funciona;
2)                 Depois disso você vai selecionar o seu perfil, para usuários é só selecionar ‘ conta google’, já os não usuários existem ‘Nome/URL’ e ‘Anônimo’, daí é só selecionar Nome/URL e preencher com seu nome a caixa de diálogo que vai aparecer;
3)                 Após isso basta clicar em postar comentário e escrever aquelas letrinhas tortas de confirmação.
4)                Tãdã!!!!Pronto seu comentário foi efetuado, olha que mágico!

 Aproveita que você sabe comentar agora e passe a fazer isso com freqüência, sugira assuntos para os próximos posts que eu o farei dedicando-o a você ;D 
Mas para isso preciso do seu nominho, ok!?

Post de 24 de abril de 2010 – PARTE 2:

Pois bem, é muito chato ficar recebendo comentários anônimos, prefiro que não comentem então. Eu sei que são comentários saudáveis, alguns levemente maldosos, mas nada ofensivo ou coisa parecida, ainda bem mas mesmo assim, meu blog é um espaço aberto a opiniões diversas sem menor preconceito e detrimento, só que se quer expor o que acha e pensa, por favor identifique-se. Não estou pedindo demais não, afinal é o meu blog. Eu poderia bloquear comentários de não usuários, mas assim aqueles que colocam seus nomesseriam bloqueados também. Não vou eliminar nem ignorar. Caso haja reincidência sinceramente não farei nada, mas pra mim é uma questão de bom senso, quem sabe até mesmo de coragem e, em alguns caso, maturidade mesmo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Todo pokemon evolui.

Brasília, 21 de abril de 2010


Todo assunto que relacionava algum tipo de mudança acabava num comparativo com pokemons, inacreditável.
A primeira vez tudo bem, qualquer um faria uma comparação assim. A segunda já me causou um certo espanto mas tudo bem, era bem cabivel essa comparação. Agora, a terceira vez eu achei surreal! Como assim?! Três pessoas diferentes usaram o mesmo parâmetro comparativo, em locais e assuntos diferentes. Sendo que uma não presenciou a conversa da outra, te juro! Naquela hora decidi postar, num é possivel. 


Nada contra usar a evolução dos pokemons como referência para algo que também vai mudar/evoluir. Mas, por quê não falar UPar!? Falava tanto isso quando jogava rag. E não vem me dizer que nem todo mundo jogou rpg pra entender pois nem todo mundo assistia pokemon xD


Tá, tá. assumo que pokemon era muito mais popular, todo mundo sabe da evolução e blá, blá, blá mas eu tinha que defender todo o vasto vocabulário nerd que se aplicaria no caso.


Mas é fato, todo pokemon evolui.

domingo, 18 de abril de 2010

Post excepcional.

Primeiramente quero dedicar este post a Allice, que lê e comenta o meu blog.


É justamente sobre um comentário dela que vou falar.
O assunto do comentário dela me renderia um post sensacional, mas sinceramente, o que me traz aqui novamente é a forma que ela falou:


"piores são aquelas frases de orkut tipo: "era tudo mentira, ó que decepção" "você não tem mais moral comigo" 
aah vai se comer meu... que saco.
"

Pra quem conhece a Allice, pasmem pois foi ela mesmo quem escreveu isso.

Vitrines e capas.

Não, eu não estou falando de moda.
Estou falando de exposição pessoal. Agora pouco vi nas atualizações do orkut de um contato a seguinte frase: 
"Exponha sua vida aqui e seja feliz..." 
Em seguida o comentário de uma amiga:
 "ou não..."


E é bem isso que passamos com tantas formas de exposição virtual. Mas por um lado a frase faz sentido, já que usar esses recursos é uma opção pessoal, afinal não adianta me dizer que a mídia força você a aderir produtos e comportamentos por que esse papinho é furado demais pra mim. Tem fundamento?! Sim, mas nem tanto. Não vale ter medo do que vão dizer ou como vão reagir, afinal se seu ex vai ver que agora você está casada com um banqueiro rico [Exemplo, tá?! Não casei com nenhum banqueiro] , bom, problema dele. Se ele vai fazer drama, problema dele também, oras! Seja feliz com seu status casado(a) e deixe que ele lide com o draminha, uma hora passa ;D


É simples.


Dedico esse post a Lorena, autora da frase, e Allice, autora do comentário.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sim, voltei.

Pois é, achei que já podia me arriscar a voltar a postar. Nesse tempo [mais de um mês], tive muita vontade de escrever, pensava mil coisas, mas sabia que não podia cair no mesmo covil que me encontrava quando desativei o blog. Tanta coisa aconteceu, tinha vontade de correr pra cá e chorar tudo num post só, mas tive que me segurar, afinal, se eu não aprendesse a lidar, conviver e até mesmo reagir ao que se passava em mim, imagina os meus leitores?!

Reli tantos posts, alguns mais de uma vez, nunca deixei o blog realmente de lado, só não postava mais. Nessa auto avaliação que fiz revendo o que tinha escrito percebi porquê não comentavam. Não tinha como, eram pessoais demais, e as vezes entrelinhas demais, como comentar?! Realmente, meu blog é bem diferente desses blogs didáticos, poser pró- ana e mia [anorexia e bulimia] e longe de ser de uma Marimoon da vida, com assuntos super cools. Mas...meu blog é sincero, aqui me faço sincera, seja como for, dou minha cara a tapa, digo, conto, relato e sinto. 

O bom daqui é que não preciso me preocupar em saber ou não quem é o vocalista da banda tal, a protagonista do filminho de vampiro e muito menos a vida dos caras dos quais escuto a música. Uma vez li uma definição no profile de uma amiga que achei perfeita. Ela falava sem hipocrisia de como era e o que fazia, ela comentou sobre não achar a criança prodígio que estava em alta na tv grandes coisa, disse que não sabia da vida ou até mesmo o nome e como eram as pessoas das bandas que escutavam, e que quando tocava funk ela ia até o chão. Faço as delas minhas palavras, sem tirar nem por, não sei mesmo a história do rock mundial, tô me fudendo pra Malu Magalhães tá pegando um cara mais velho e o funk, meu amigo..." Eu vou pro baile!" \o/