sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Dia


Dia dia dia [sem vírgula mesmo]

Eu mataria!

Independentemente do idioma.

Não tente entender.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

[Irony_on]


Desculpa ter nascido com essa cara, com os olhos escuros e diferentes daqueles lá.


Foi mal ter cabelo enrolado, franja grande, pele morena e SER MAGRA! Isso me impede de aderir alguns modismos que te agradam. Óh! Que peninha, isso me faz realmente muito triste! [snif snif] ='


Sinto muito não ter cara de sonsa como lhe apetesse, mas deveira ter afinal é algo que me faz muita falta.


[Irony_off]

¬¬


Desculpa, precisava falar, não vou deixar isso me definhar como foi com as outras pessoas. A propósito, quem sabe se é você quem adoece as pessoas a sua volta?!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Ausência justificável...

Bom, esse post não tem nada de especial. É só pra justificar a falta de posts, infelizmente estou muito sem tempo ultimamente, e terei q dar uma diminuída do ritmo e frequência das postagens.

Isso não quer dizer que eu vá largar o blog, de modo algum, o "canto meu" já é parte de mim, mas digamos que ele se tornará semanal, espero que pelo menos semanal xD.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Nervosismo a flor da pele


Fico nervosa quando faço algo que tenha a ver com o meu futuro, principalmente na dança do ventre. Estou no Zahra há 7 meses, mas danço faz mais ou menos 1 ano e poucos meses. Enfim, nesse mês comece um curso profissionalizante, ministrado por duas maravilhosas e conceituadíssimas professoras, a Dalilah e a Monah Souad, mas como toda boa formação, há avaliação, e minha primeira será sábado agora!
Foi sorteado para cada aluna o estilo que ela dançaria, pra mim caiu solo de percussão. Amei o estilo, me inspirei em grandes bailarinas que admiro, como a Saida [foto], mas mesmo assim bate o nervosismo, a Dalilah é professora do Zahra, já a conhecia, mas a Monah fazia parte dos seres idealizados e intocáveis. Ela tem 15 anos de dança, tem um currículo admirável e, sinceramente, dona de uma simpatia inexistente [chega de babar].
Por ser uma profissional tão renomada no meio da dança do ventre é que me bate o nervosismo. Essa avaliação não reprova, é pra guiar o curso, para que as professoras nos aperfeiçoem e possam formas verdadeiras bailarinas de dança do ventre ao término do workshop.
Já escolhi minha música, já fiz mais da metade da coreografia, tô preparando figurino e afins, mas sabe aquele friozinho na barriga?! Aquelas borboletas no estômago?! Pois é, me acompanham desde o momento do sorteio. Espero mesmo que dê tudo certo, pra todas nós do curso! E preparem-se por que daqui pra frente dança do ventre vai ser um tema MUITO frequente no blog, devido o tempo de estudo e preparação que estou designando a dança.
Enfim, sorte pra mim!
Imagem: Saida e Mario Kirlis no Teatro Municipal de Olavarría

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Perdi meu tempo...E dinheiro.

Não falo de nada que envolva meu emocional não, como nos últimos posts. Se bem que se tratando do meu bolso, é algo de extrema influência no meu humor. Bom, tô falando do brilhante tratamento que eu fiz por um tempo considerável que não resolveu muita coisa.

Estou falando das espinhas mesmo. Tratei por questão de saúde , e não por vaidade, até porque minha vaidade eu alimento com o intelecto e não estética.

Bom, mas porquê falar disso num blog, neah?!
Pois eu explico. Desde o início eu queria tomar o bendito-maldito Roacutan, mas mamãe com toda sua mania de proteção disse que não e por causa disso minha dermatologista ministrou-me outro tratamento. Este até que funcionou bem no início, mas do meio pro fim estagnou, e eu só continuei pagando remédios manipulados que me faziam usar protetor solar de hora em hora. Resultados, não tive.

Enfim, entrei no site da Roche (fabricante do roacutan) pra ler a bula do remédio e me informar, claro que os efeitos colaterais e reações adversas provenientes do uso dele são grandes, mas para tudo há um preço a pagar. E eu pago. Sem contar que, tomar remédio a toa também não é nada bom, quem acompanhou deve lembrar de como foi meu período de adaptação ao remédio. O sono descontrolado, a lerdeza no raciocínio, enjôos, enfim, vários probleminhas que me acostumei achando que depois teria retorno.

Que tive melhoras, isso eu tive, mas o correto é chegar ao fim do tratamento livre do problema. Enfim, voltando ao assunto do roacutan, hoje fui a derma novamente, e advinha?! Amanhã farei os exames necessários para começar o tratamento com o roacutan, agora, vamos usar a lógica que pelo menos meus leitores devem ter. O tratamento que eu tava fazendo foi iniciado em agosto de 2008, e o com roacutan dura 6 meses, agora contem comigo:
Agosto(1), Setembro (2), Outubro (3), Novembro(4), Dezembro(5), Janeiro(6).

[Oh! =O]

Mas vejam só, se tivesse tomado o tal destruidor de fetos e fígados desde o início eu JÁ TERIA TERMINADO O TRATAMENTO!

Obrigada, mamãe! Tomar medicação manipulada a toa é algo que me leva ao alge de satisfação.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Passando



Tentando aceitar, deixar passar, acreditar.

Quero poder ter a tranquilidade de uns meses atrás, poder crer que não é só mais uma tentativa frustrada de ter algo que me faça bem. Também quero que realmente me faça bem e não só achar que faça.

Não sei se volta a ser como era, se vou me sentir tão bem quanto, se vou confiar tanto quanto, mas pelo menos dessa vez eu tento, dessa vez apenas. Se alguém vai ser injusto comigo, problema, mas eu não farei isso, jamais! Outra vez, eu digo, meu amor próprio supera qualquer ação de terceiros.

Pois bem,não quero mais tocar nesse assunto, remoer só atrasa a minha vontade de superar. Pelo menos dessa vez as coisas vão funcionar melhor, estou mais atenta, caso a situação não me convenha, eu troco de lugar.

P.S.: A imagem é um quadro meu, e pode não parecer que tenha relação com o texto, mas acredite, eu pintei e sei que tem. ;D

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Querendo esclarecer

Decisões são difíceis, dizer mais ainda. Se fazer entender é impossível.
Como não se martirizar?! Como não remoer?! Queria mesmo saber o que fazer nessas horas.

Primeiro vem a decepção com tudo, saber como as coisas realmente são podem matar alguém que não quer abrir mão das suas ilusões. Viver com alguém e lembrar de como você já se sentiu é uma tarefa árdua. Pior do que isso, é se envolver com seu ódio, deixar ele entrar na sua vida, falar com ele como se não fosse nada, conviver.

Dar um basta em tudo seria a grande solução. Mas dar um basta em quê?! Na situação, no sentimento ou em alguém?! Não sei, juro que dessa vez não sei mesmo. Pensei, mas só me vinha à cabeça hábitos que já não quero mais.

Já não tenho mais a paciência de antes, já não sou mais tão sistemática assim, já não tenho toda aquela segurança, já não sou mais tão Manu. Mudei, na verdade, caí. Estou pra descobrir o que há lá no fundo, graças a uma tentativa imbecil de ser feliz.

Não posso me trair assim.